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"Como
compreenderemos os casos de gestação
frustrada
quando não há Espírito reencarnante
para
arquitetar as formas do feto?"
Em
todos os casos em que há formação fetal, sem
que haja a presença de entidade reencarnante, o
fenômeno obedece aos moldes mentais maternos.
Dentre as ocorrências dessa espécie há, por
exemplo, aquelas nas quais a mulher, em
provação de reajuste do centro genésico, nutre
habitualmente o vivo desejo de ser mãe,
impregnando as células reprodutivas em elevada
percentagem de atração magnética, pela qual
consegue formar com o auxílio da célula
espermática um embrião frustrado que se
desenvolve, embora inutilmente, na medida de
intensidade do pensamento maternal, que opera,
através de impactos sucessivos, condicionando as
células do aparelho reprodutor, que lhe
respondem aos apelos segundo os princípios de
automatismo e reflexão. Em contrário, há, por
exemplo, os casos em que a mulher, por recusa
deliberada à gravidez de que já se acha
possuída, expulsa a entidade reencarnante nas
primeiras semanas de gestação, desarticulando
os processos celulares da constituição fetal e
adquirindo, por semelhante atitude,
constrangedora dívida ante o Destino.
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